Massa Funkeira

Massa Funkeira é um documentário de longa metragem sobre sexo, a partir do ponto de vista e da vivência do mundo funk.

Funk é cultura potente. Gênero de música brasileira mais veiculado, ouvido e dançado no país inteiro. É música de preto, vem da favela, da quebrada, da periferia.

Muitas de suas letras, de forte conotação sexual, ao tempo em que geram muito incômodo em diversos setores da sociedade pelo teor explícito, muitas vezes literal do ato sexual, encontram forte identificação entre seu público extenso. Essa produção artística e cultural é, inquestionavelmente, estigmatizada, considerada por muitos como um lixo cultural, como simples pornografia. Entretanto, REPRESENTA.

O filme se aventura pelos ambientes em que o funk se faz presente, olhando para o comportamento sexual de seu público e dos principais artistas, produtores e MCs ligados ao gênero.

 

 

Direção: Ana Rieper

Roteiro: Ana Rieper e Juliana Lins

Produção executiva: Érica Freitas

Pesquisa: Sabrina Ginga

Direção de fotografia: Rafael Mazza

Edição de imagem e som: Waldir Xavier

Consultoria de conteúdo: Adriana Facina

Foto: Vincent Rosenblatt

Para saber mais sobre o funk carioca
https://vincentrosenblatt.photoshelter.com/

Vou rifar meu coração

O imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega. O amor que se aventura, arrisca tudo, se declara, se rasga, cala, chora.

A música que fala sobre esses amores e essas pessoas vêm de artistas marcados por histórias e sentimentos brutos, violentos, proibidos. Essas canções de Odair José, Agnaldo Timóteo, Waldik Soriano, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista, Wando, são crônicas da vida de amantes, traidores e traídos, prostitutas, machões, esposas, cabarezeiros e afins. Como diz Nelson Ned, “quem é que não teve na vida, um problema de amor, uma desilusão?”.

Direção: Ana Rieper
Produção Executiva: Suzana Amado
Direção de Fotografia: Manuel Águas
Montagem: Pedro Asbeg
Som Direto: Pedro Moreira
Edição de som e mixagem: Aurélio Dias
Pesquisa: Ivy Almeida, Raphael Borges, Valéria Burke
Produzido por: Ana Rieper e Suzana Amado
Produção:
Amado arte&produção e Paladina Filmes

44o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Nov 2011, Brasil

35o Mostra São Paulo – Nov, 2011, Brasil

Melhor direção e Melhor Montagem no 7o  FestiCine Goiânia – Dez 2011, Brasil

Melhor Direção de Arte em um Documentário e Prêmio Especial da Associação de Críticos (Fipresci Uruguai) no V AtlantiDoc – Dez, 2011, Uruguai

XV Festival de Tiradentes – Jan, 2012, Brasil

Seleção Oficial – XXVII Guadalajara Int Film Festival, Fev, 2012, México

Cinelatino – 24èmes Rencontres de Toulouse, Mar 2012 – França

IX  IndieLisboa – Abril, 2012, Portugal

15ª anual Cine de las Americas, Austin, Texas – Maio, 2012, EUA

4o Hollywood Brazilian Film Festival, LA – Jun, 2012, EUA

4º Brazilian Film Festival of Vancouver – Jun, 2012, Canadá

In-Edit São Paulo – Jun, 2012, Brasil

World Cinema Amsterdam 2012 – Ago, 2012, Holanda

Melhor Filme, Júri Popular IV Cine Fest Londres, UK – Set 2012

Vou rifar meu coração – A série

A série assinada por Ana Rieper e coproduzida pelo Canal Brasil apresenta o universo da música popular romântica, explorando a riqueza particular do gênero e seus principais representantes. Fruto do documentário homônimo, a atração possui temas relacionados com as histórias amorosas de pessoas comuns, que enfrentam o desafio de falar sobre questões íntimas, retratando o imaginário erótico e afetivo a partir da obra de seus artistas favoritos.

O programa tem seis episódios: Música de Cabaré; Amor Romântico e Amor Erótico; Mocinhas e Machões; Amor de Beira de Estrada; 100% Cornagem; e Música Popular do Brasil.

Direção: Ana Rieper
Produção Executiva: Suzana Amado
Direção de Fotografia: Manuel Águas
Montagem: Rodrigo Savastano
Som Direto: Pedro Moreira
Pesquisa: Ivy Almeida, Raphael Borges, Valéria Burke
Produzido por: Ana Rieper e Suzana Amado
Produção:
Amado arte&produção
 e Paladina Filmes

Veluda

O que é ser mãe no sertão alagoano? Nesse pequeno povoado do baixo rio São Francisco – o Mato da Onça – Dona Antonia inclui nos sus fazeres diários a amamentação de Veluda. A relação dessa mulher com a natureza é poética e amorosa. Em sua vida – como no filme – o tempo se estende em silêncios e demoras.

Direção: Ana Rieper

Produção: Carlos Eduardo Ribeiro

Fotografia: Mônica Rogozinski

Som direto: Pedro Moreira

Edição: Pedro Lobito

Still: Paulo Andrade

Menção Honrosa na Mostra do Filme Livre, 2006.

Nada será como antes – a música do Clube da Esquina

Longa-metragem documental que trata da produção musical do grupo de artistas que criou os álbuns Clube da Esquina 1 e 2. O filme aponta seu olhar para o processo de criação artística e inspiração poética desses músicos – lugares, pessoas, emoções e referências que deram origem a cada uma dessas canções emblemáticas.

Em produção, contemplado pela chamada pública Prodecine 1/2016 (FSA/ Ancine)

Roteiro e direção: Ana Rieper
Produção executiva: Suzana Amado
Direção de fotografia: Jacques Cheuiche
Som direto: Valéria Ferro
Edição: Pedro Asbeg
Produção: José Roberto Borges

Saara

Árabes, judeus, libaneses, sírios, poloneses, chineses, coreanos se encontram no mesmo espaço e se tornam todos cariocas. O filme fala sobre a história dessa região de comércio popular no centro do Rio de Janeiro, habitada por imigrantes, que narram suas trajetórias tendo como referência o futebol e o carnaval.

Direção: Ana Rieper
Roteiro: Ana Rieper e Tisago Scorza
Fotografia: Tiago Scorza
Som direto: Pedro Moreira
Produção: Universidade Federal Fluminense

Mostra Competitiva Antalya Golden Orange – Turquia

II Fest Cine BH – Melhor Direção

Forumdoc.bh – Melhor Filme

Paraíso

Paraíso tropical é um documentário de longa metragem que trata do universo da família brasileira. A partir de um olhar para a constituição histórica da ideia de família e de diversas configurações familiares – urbana, rural, tradicional, grande, pequena – o filme faz uma reflexão sobre esse elemento fundador da nossa sociedade.

Roteiro e direção: Ana Rieper
Produção executiva: Suzana Amado
Consultoria de conteúdo: Adriana Facina
Pesquisa: Ana Rieper e Diogo Cunha

 

Selecionado para o Pitching do Rio Content Market 2016

Selecionado para o FEST – Pitching Forum 2018

Em produção pela chamada pública Prodav 1 através de pré licenciamento para o Canal Curta!

Natureza Feminina

Natureza Feminina é uma série documental que apresenta 13 ecossistemas brasileiros através do conhecimento de mulheres que vivem nesses ambientes. Ao abordar a vida dessas mulheres a série fala também sobre a condição feminina em diferentes lugares do Brasil.

Direção e roteiro: Ana Rieper
Produção Executiva: Suzana Amado
Direção de produção: Maria Bulcão
Pesquisa: Ana Rieper, Renata Than e Valéria Burke
Direção de fotografia: Isabella Fernandes
Som direto: Pedro Moreira
Edição: Raquel Couto, Márcia Medeiros, Sueli Nascimento, Júlia Bernstein
Trilha Sonora: Emygdio Costa
Design Gráfico: Estúdio Cru

 

Produzido com recursos do FSA/ Ancine, através da chamada pública Prodav 2/ 2016.

Selecionado no pitching do Cinebrasil TV, licenciado para o canal.

Na veia do rio

Embarcar na veia do baixo rio São Francisco – uma experiência sentimental, conhecendo na intimidade a história das pessoas que vivem às margens do rio. Entender a transformação que a modernização conservadora do país trouxe para esta população que ainda vive um Brasil tradicional.

Direção: Ana Rieper
Fotografia: Monica Rogozinski
Produção: Carlos Eduardo Ribeiro
Som direto: Pedro Moreira
Edição: Sueli Nascimento
Trilha Sonora: Zé Lourenço e músicos do Bar do Jacó
Co-produção: Paladina Filmes, Sociedade Canoa de Tolda
Patrocínio: Banco do Nordeste, Chesf, Eletrobrás
Apoio Cultural: Videofilmes, Fundação Joaquim Nabuco, Governo de Sergipe
Produção: Paladina Filmes/ Sociedade Canoa de Tolda

FICA – Festival Internacional de Cinema Ambiental – Mostra competitiva

Doc Lisboa – 2004

forumdoc.bh

Sasà Awards – Festival Internacional de Cinema Ambiental – Itália

Mataram meu gato

As políticas urbanas para a cidade do Rio de Janeiro nas décadas de 60 e 70 são marcadas pela transferência das populações faveladas para conjuntos habitacionais localizados nos subúrbios. Mataram Meu Gato trata deste tema polêmico na história da cidade: a remoção de favelas, através da trajetória dos integrantes do G.R.E.S. “Gato de Bonsucesso”, fundado em 1974 em Nova Holanda, favela da Maré.

Fotografia: Manuel Águas
Som:
Pedro Moreira
Montagem: Rodrigo Savastano
Produção executiva: Clélia Bessa
Direção de produção: Lorena Bondarovsky
Pesquisa: Mario Miranda, Marcelo Abreu, Cláudia Trindade, Marilene Nunes
Produção: Raccord Produções
Patrocínio: Petrobras

15 Min., Color, 35mm

Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo

Festival do Rio

Festival Internacional do Filme Etnográfico

Goiânia Mostra Curtas

Recine

Mostra de Cinema de Tiradentes

Menção Honrosa no Prêmio Pierre Verger